segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Um homem de origem humilde, do interior de Minas Gerais, que com muita dificuldade conseguiu cursar Direito e aos poucos foi mostrando seu potencial e ganhando seu lugar. Hoje, ele é o presidente do STF e um símbolo de justiça e superação para todo país e até para o mundo. Só é silenciado, quem se deixa silenciar e quem deixa que pessoas silencie alguém, ele é prova disso e enche o povo brasileiro de orgulho.



Jovens são frequentemente silenciados pela sociedade. Ao longo do tempo notamos que há manifestações de jovens que não aceitam esta silenciação, como as que ocorreram neste ano de 2013 na revolta dos 0,20 centavos ou como manifestações feitas por estudantes ao longo do tempo. É assim que deve ser, os jovens devem sim lutar pelos seus direitos e por um futuro melhor. Não com vandalismos, mas de maneira consciente.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013




Anos de Chumbo


Ficou conhecido na história brasileira como “anos de chumbo” o período em que esteve no poder o general Emílio Garrastazu Medici, o terceiro presidente eleito indiretamente desde o Golpe Militar de 1964, e membro da chamada “linha dura” das Forças Armadas, favorável a um aumento dos métodos repressivos e antidemocráticos.
Em meio a todo o verniz de prosperidade que o regime fazia questão de propagar, vendendo uma imagem de Brasil forte e progressista, estava em curso o governo que é considerado o mais duro e repressivo de todo o ciclo do Regime Militar, onde a repressão à oposição armada cresce como nunca, a censura a todos os meios de comunicação é posta em prática, atingindo jornais, revistas, livros, peças de teatro, filmes, músicas e outras formas de expressão artística, sendo que nesse processo muitos veículos não terão mais como funcionar regularmente.
Mesmo com essa intensa repressão, a sociedade protestava por meio da música. Utilizavam frases de duplo sentido para conscientizar a população, que por muitas vexes eram passadas despercebidas pela rigorosas fiscalizações por parte da ditadura. 



O Movimento Hippie


Na década de 1960, o movimento hippie apareceu disposto a oferecer uma visão de mundo inovadora e distante dos vigentes ditames da sociedade capitalista. Em sua maioria jovens, os hippies abandonavam suas famílias e o conforto de seu lar em busca por outros padrões de comportamento. Ao longo do tempo, ficariam conhecidos como a geração da “paz e amor”. Ao longo da década de 1960, junto do movimento negro, os integrantes dessa geração discutiram questões políticas de grande relevância e se organizaram para levar a público uma opinião sobre diversos acontecimentos contemporâneos. Conseguindo mobilizar uma enorme quantidade de pessoas, os hippies lutaram pela ampliação dos direitos civis e o fim das guerras que aconteciam naquele momento.

Três características do movimento Hippie:


*Amor livre e sem distinções.

*Ideais anarquistas de comunidades igualitárias e total liberdade não violenta.

*Vida em comunidades onde todos os ditames do capitalismo são deixados de lado. Por exemplo, todos os moradores exercem uma função dentro da comunidade, as decisões são tomadas em conjunto, normalmente é praticada a agricultura de subsistência e o comércio entre os moradores é realizado através da troca. 

Existem comunidades hippies espalhadas no mundo inteiro; vivem para a subsistência.


O legado:

O movimento hippie trouxe um mundo mais espiritualizado sem dogmas, respeito às diferenças, liberdade sexual, a não-discriminação das minorias e o ambientalismo e o misticismo atual são, em larga medida, produto da contestação hippie.






Tropicalismo

A década de 60 foi marcada mundialmente pela forte presença da atuação jovem no universo cultural que expandiu suas influências aos meios políticos e sociais.
O tropicalismo foi um movimento musical, que atingiu além da música muitas outras esferas culturais como as artes plásticas, o cinema, a poesia e outros. Surgiu no Brasil no final da década de 60. Um dos objetivos do Tropicalismo era criticar a ditadura militar que vigorava no Brasil naquela época.
“O Tropicalismo, não tem exatamente uma ideologia ou uma estética. Sua preposição seria encontrar uma forma de expressão coerente com a realidade brasileira, mostrar as coisas como elas são realmente, sem manter a mistificação contínua”.
Portanto, o tropicalismo foi muito importante no sentido em que serviu para modernizar a música brasileira, incorporando e desenvolvendo novos padrões estéticos. Neste sentido, foi um movimento cultural revolucionário, embora muito criticado no período. Influenciou as gerações musicais brasileiras nas décadas seguintes.

Músicas tropicalistas que fizeram sucesso:

- Tropicália (Caetano Veloso, 1968)
- Alegria, Alegria (Caetano Veloso, 1968)
- Panis et circencis (Gilberto Gil e Caetano Veloso, 1968)
- Atrás do trio elétrico, (Caetano Veloso, 1969)
- Cadê Teresa (Jorge Ben, 1969)
- Aquele abraço (Gilberto Gil, 1969)



A voz dos Anos Rebeldes


"Nos Anos Rebeldes, como ficou conhecida a década de 1960, a liberdade foi o ideal da juventude, intensificada através dos movimentos de contracultura e de protestos pacifistas. A década de 1960 foi um período de grandes mudanças culturais e ideológicas. Proclamados como “Anos Rebeldes”, podem ser descritos como a década da juventude que explorou ao máximo as ideias de liberdade e autenticidade. E nada melhor para dar voz a esses jovens que a música. A política e a música, bem como os demais movimentos culturais, estiveram estreitamente ligadas nos Anos Rebeldes. A juventude queria lutar contra a situação em que vivia, mas não queria usar armas e contra preferiu utilizar a música como a principal forma de mostrar seus ideais. "


E quem não gostaria de ter um Sarará Crioulo? Uma pele morena, cor de chocolate? Afinal, como diz a música, os brasileiros tem sangue crioulo, está na essência de cada um.








Segue a letra abaixo: 


Os meus olhos coloridos
Me fazem refletir
Eu estou sempre na minha
E não posso mais fugir...

Meu cabelo enrolado
Todos querem imitar
Eles estão baratinado
Também querem enrolar...

Você ri da minha roupa
Você ri do meu cabelo
Você ri da minha pele
Você ri do meu sorriso...

A verdade é que você
(Todo brasileiro tem!)
Tem sangue crioulo
Tem cabelo duro
Sarará, sarará
Sarará, sarará
Sarará crioulo...
Sarará crioulo
Sarará crioulo...(2x)

Os meus olhos coloridos
Me fazem refletir
Que eu tô sempre na minha 
Não! Não!
Não posso mais fugir
Não posso mais! 
Não posso mais!
Não posso mais!
Não posso mais!

Meu cabelo enrolado
Todos querem imitar
Eles estão baratinados
Também querem enrolar...
Cê ri! Cê ri! Cê ri!
Cê ri! Cê ri!
Cê ri da minha roupa 
Cê ri do meu cabelo
Cê ri da minha pele
Cê ri do meu sorriso...
Mas verdade é que você
(Todo brasileiro tem!)
Tem sangue crioulo
Tem cabelo duro
Sarará, sarará
Sarará, sarará
Sarará crioulo...
Sarará crioulo
Sarará crioulo...(3x)












Este é um vídeo que mostra bem o "Black Power". Literalmente, o "Poder Negro" na sociedade. Mostrando a riqueza do "Black Power".




Segue a letra abaixo: 



Cabelo bom cabelo black power

Cabelo bom cabelo black power


Não fale mal do meu cabelo não, 
De onde eu venho todo mundo é
Sangue bom...
A moçada ta botando pra mexer,
Pra balançar e curtir um black power. 

(Hip hop)
O Cabelo é Bom ha ha eu
tiro é onde estilo black power 70,
de mim não me envergonho estou na
pista vou dançar o meu cabelo bom cabelo
doido vai balançar pra lá, pra cá de
um lado para o outro a origem do 
suor é raiz comigo no passo e no
compasso dance sempre coloque pra
mexer o seu cabelo o seu cabelo black power...



terça-feira, 5 de novembro de 2013



Pop Art

Após a Segunda Guerra Mundial, o expressionismo e toda sua subjetividade dominava o mundo artístico, havendo claramente, naquela época, uma divisão entre a “arte elevada” e a “arte vulgar”. O pop art surgiu como resultado da insatisfação de certos artistas com essa situação de separação entre a arte e as massas.
O pop art surgiu em meados dos anos 50 na Inglaterra. No entanto, foi na Nova York dos anos 60 que o movimento artístico demonstrou todo seu potencial, chamando a atenção do mundo inteiro.
Os principais artistas da pop art foram Robert Rauschenberg (1925), Roy Lichtenstein (1923-1997), e Andy Warhol (1927-1987).
Em comparação à pop art americana, a pop art brasileira era mais precária, mas sem perder a qualidade artística e conceitual. A pop art americana que influenciaria a criatividade em várias partes do mundo, era feita com técnica e materiais de boa qualidade.
A pop art brasileira revelou o seu engajamento contra a ditadura, como uma forma de se opor à repressão. Refletia também sobre o cotidiano e o banal, a nossa pop art ganhou estilo próprio, nos EUA e Inglaterra, por exemplo, ocorreu uma incorporação de elementos da sociedade de consumo, enquanto que no Brasil, predominou a temática social dos anos 60.



Jovem Guarda

História da Jovem Guarda:

Jovem Guarda foi um movimento surgido na segunda metade da década de 60, que mesclava música, comportamento e moda. Surgiu com um programa televisivo brasileiro exibido pela Rede Record, a partir de 1965. Os integrantes do movimento foram influenciados pelo Rock and Roll da década de 50 e 60. O grupo que mais influenciou a Jovem Guarda foram os Beatles, uma banda inglesa e Elvis Presley um grande roqueiro.

Principais cantores e conjuntos:

Na Jovem Guarda, cantores mais importantes eram: Roberto Carlos (O Rei), Erasmo Carlos (O Tremendão) e Wanderléa (A Ternurinha) seguidos de Wanderley Cardoso, Jerry Adriani, Eduardo Araújo, Martinha, Ed Wilson, Waldirene (A Garota do Roberto), Leno & Lílian, Deny e Dino, Bobby Di Carlo. Já os conjuntos que mais de destacaram na época foram: Golden Boys, Renato & Seus Blue Caps, Os Incríveis, Os Vips e tantos outros.

Instrumentos musicais utilizados:

Bateria, guitarra, violão e corneta.